Caracterização cerâmica de peça em dissilicato de lítio no PHI Dental Lab
Dissilicato de Lítio

Dissilicato de lítio (e.max) para casos com prioridade estética.

Coroas unitárias, onlays, inlays e laminados em dissilicato de lítio, com caracterização cerâmica manual. Produzido na Bela Vista, em São Paulo, no fluxo digital ou analógico.

Quando o caso pede que a peça desapareça ao lado do dente natural, a translucidez do dissilicato de lítio costuma ser o caminho: o material trabalha a luz de um jeito que aproxima a cerâmica do esmalte.

O PHI Dental Lab produz peças em dissilicato de lítio (e.max) para dentistas de São Paulo, com um ceramista responsável que soma mais de 30 anos de experiência em caracterização. Coroas unitárias, onlays, inlays e laminados saem com acabamento e textura definidos manualmente, a partir da cor e das referências enviadas na requisição.

O caso pode chegar pelo fluxo digital, com arquivo STL de escâneres como iTero e 3Shape e desenho em CAD/CAM, ou pelo fluxo analógico com moldagem convencional. Como o dissilicato costuma ser cimentado adesivamente, a equipe alinha com o dentista os detalhes de espessura e desenho que favorecem o protocolo adesivo escolhido na clínica.

Em resumo

O PHI Dental Lab produz peças em dissilicato de lítio (e.max) para dentistas em São Paulo: coroas unitárias, onlays, inlays e laminados cerâmicos, com caracterização manual e foco em translucidez e cor. Aceita fluxo digital (STL de iTero, 3Shape) e moldagem convencional, e ajuda o dentista a decidir entre dissilicato e zircônia caso a caso.

  • Coroas unitárias, onlays, inlays e laminados em dissilicato de lítio
  • Caracterização cerâmica manual com foco em translucidez e integração de cor
  • Fluxo digital (iTero, 3Shape, STL, PLY) ou moldagem convencional
  • Primeiro caso-teste sem compromisso para avaliar cor e acabamento
O que produzimos

Trabalhos em dissilicato de lítio.

01

Coroa unitária

Coroas em e.max para anteriores e casos selecionados de posteriores, conforme a indicação do dentista, com caracterização manual.

02

Onlays e inlays

Restaurações parciais indiretas em dissilicato, desenhadas para preservar estrutura e favorecer a cimentação adesiva.

03

Laminados cerâmicos

Facetas e laminados em dissilicato de lítio, com translucidez e textura trabalhadas peça a peça.

04

Casos combinados

Planejamento de cor quando o caso mistura coroas, laminados e restaurações parciais no mesmo sorriso do paciente.

Na dúvida entre dissilicato e zircônia para o caso?

Guia: Zircônia ou Dissilicato? → Coroas em Zircônia →
Perguntas Frequentes

O que os dentistas perguntam.

O que o laboratório produz em dissilicato de lítio (e.max)?

O PHI Dental Lab produz coroas unitárias, onlays, inlays e laminados cerâmicos em dissilicato de lítio. As peças passam por desenho CAD/CAM no fluxo digital ou partem da moldagem convencional, e recebem caracterização cerâmica manual com foco em translucidez, cor e textura.

Quando o dissilicato de lítio costuma ser indicado?

O dissilicato costuma ser considerado em casos com prioridade estética: anteriores, laminados e restaurações parciais em que a translucidez do material aproxima a peça do dente natural. A indicação final é sempre do dentista, conforme o remanescente, a oclusão e o protocolo de cimentação do caso.

Posso enviar caso de e.max pelo fluxo digital?

Sim. Envie o arquivo STL do escaneamento, de escâneres como iTero ou 3Shape, com a requisição, a cor e as referências do caso. O PHI Dental Lab confere o arquivo, desenha a peça em CAD/CAM e finaliza com caracterização manual. A moldagem convencional segue disponível no fluxo analógico.

Como a cimentação adesiva entra no planejamento da peça?

O protocolo adesivo é conduzido pelo dentista na clínica. Do lado do laboratório, o PHI Dental Lab desenha a peça com espessuras e desenho interno que costumam favorecer a cimentação adesiva, e alinha com você detalhes como acabamento da superfície interna quando o caso pedir.

Quando preferir zircônia em vez de dissilicato?

De forma geral, a zircônia tende a ser considerada quando a demanda funcional é maior, como posteriores extensos, pontes e estruturas, e o dissilicato quando a estética é a prioridade. A decisão é do dentista, caso a caso. O PHI Dental Lab mantém um guia comparativo e discute o material com você antes de produzir.

Quanto custa uma peça em e.max no laboratório?

O valor depende do tipo de peça, da caracterização e da complexidade do caso. O PHI Dental Lab monta uma tabela de preços personalizada para o perfil de trabalhos do seu consultório. Solicite pelo WhatsApp (11) 99880-1028 informando que trabalha com dissilicato, e receba a tabela focada nesse perfil.

Como enviar o primeiro caso de dissilicato para o PHI Dental Lab?

Fale com o laboratório pelo WhatsApp ou preencha o formulário Enviar Trabalho com os dados do caso: elemento, arquivo STL ou moldagem, cor e fotos de referência quando houver. O primeiro caso funciona como teste, sem compromisso, para você avaliar translucidez, cor e acabamento da peça.

Tem um caso de e.max agora?

Envie como caso-teste, sem compromisso, e avalie cor e translucidez na prova clínica.