O erro que mais custa: a desidratação
Um dente sob afastamento ou isolamento perde água da superfície do esmalte e clareia de forma perceptível em minutos. Isso vale para o dente preparado e também para os vizinhos que servem de referência. O efeito se reverte em algumas horas, o que cria a situação clássica: a peça parecia certa na prova e, na semana seguinte, o paciente volta dizendo que está mais clara que os dentes ao lado. A regra prática é simples: cor no começo da consulta, e na prova, se os vizinhos estiverem desidratados, reavalie a cor depois de alguns minutos de reidratação.
O substrato manda mais do que parece
A cor final de uma peça é o resultado da cor da cerâmica somada ao que está por trás dela. Um núcleo metálico, um pino escurecido ou uma dentina acinzentada alteram o resultado, e quanto mais fina a peça, mais o fundo aparece. Por isso a cor do substrato é uma informação tão importante quanto a cor pretendida: é ela que define se o material escolhido precisa de mais opacidade, e se a espessura disponível é suficiente. Quando não há espessura para mascarar, a equipe do PHI Dental Lab sinaliza antes de produzir, para que a decisão de ajustar o preparo ou trocar o material seja sua.
Quando vale trazer o paciente ao laboratório
Em casos anteriores de alta exigência estética, unitário central ao lado de um dente natural, ou reabilitação com expectativa alta, nenhuma foto substitui o ceramista vendo o dente. A tomada de cor presencial pode ser combinada em horário marcado, e é o recurso que mais reduz retrabalho nesse tipo de caso. Combine pelo WhatsApp com antecedência, porque depende da agenda da bancada.
O que enviar, em resumo
O nome da cor e a escala usada; a foto do dente com a escala ao lado, no mesmo plano, com e sem flash; a cor do substrato quando houver escurecimento; e uma descrição curta das particularidades do dente. A lista completa do que o caso precisa carregar está no guia de o que o laboratório precisa receber.
