Recebimento de casos no fluxo digital e analógico no PHI Dental Lab
Guia do Dentista

O que o laboratório precisa receber para começar o caso.

A lista completa, no fluxo digital e no analógico, o que muda por tipo de trabalho, e a partir de que momento o prazo começa a contar.

Caso que chega pela metade não começa: fica parado esperando uma resposta, e o tempo dessa espera aparece depois como atraso do laboratório. Publicar esta lista é a forma de acabar com essa conta mal feita, para os dois lados.

O que está aqui é a checagem que o PHI Dental Lab faz em todo caso antes de desenhar qualquer coisa, escrita em linguagem de consultório. Não é burocracia: cada item existe porque a falta dele costuma virar peça que não adapta, cor que não fecha ou ajuste demorado na cadeira.

A lista serve para qualquer laboratório, não só para este. Se você trabalha com outro, vale conferir se ele confere esses itens antes de produzir, ou se só avisa quando a peça já está pronta. Quem confere antes te procura no começo do caso; quem não confere te procura na hora da prova.

Em resumo

Para começar um caso, o laboratório precisa de três coisas em qualquer fluxo: a captura do preparo, o antagonista e o registro de mordida, mais a prescrição com elemento, material e cor. No fluxo digital isso chega como arquivos STL ou PLY de escâneres como iTero e 3Shape; no analógico, como moldagem e registro. Casos sobre implante, estéticos e de placa pedem itens adicionais.

  • Sempre: preparo, antagonista e registro de mordida
  • Sempre: elemento, material, cor e o que o caso espera da peça
  • Sobre implante: sistema, plataforma e escaneamento com scan body ou transferente
  • Estético: fotos com escala de cor, e fotos de face quando houver planejamento
  • Desde que todo o material seja fornecido, atendemos a demanda de acordo com a necessidade, de casos de emergência ao fluxo padrão de 7 dias.
A lista

O que enviar, em cada fluxo.

O que o laboratório precisa receber no fluxo digital e no fluxo analógico, e por que cada item importa
Item Fluxo digital Fluxo analógico Por que importa
Preparo STL ou PLY do preparo, com a linha de término visível e contínua Moldagem do preparo, sem bolha ou puxada na margem É a leitura do término que define a adaptação marginal da peça
Antagonista STL ou PLY do arco antagonista, completo na área de trabalho Moldagem ou modelo do antagonista Sem ele, a anatomia oclusal é estimada e o ajuste sobra para a cadeira
Registro de mordida Arquivo do registro, coerente com as duas arcadas Registro em material adequado, sem deslocar as arcadas É o que posiciona as arcadas uma em relação à outra
Prescrição Elemento ou elementos, tipo de peça, material, cor e o que o caso espera da peça Define o que produzir, e evita a pergunta repetida no meio do caso
Cor Cor na escala, com foto do dente ao lado da escala, em luz natural e sem flash direto Cor descrita sem foto costuma não fechar com o dente vizinho
Identificação Dentista, identificação do paciente e data desejada de entrega É o que permite acompanhar o caso e combinar a entrega

No fluxo digital, os três primeiros itens são os três arquivos essenciais. Se um deles faltar ou não abrir, o caso fica parado, e o PHI Dental Lab avisa no começo em vez de produzir sobre um dado incompleto.

Por tipo de caso

O que muda quando o caso pede mais.

01

Sobre implante

Marca e sistema do implante, plataforma de conexão, e a origem dos componentes. No digital, escaneamento com scan body e o arquivo da arcada completa. No analógico, transferente, análogo e moldeira. Também o tipo de prótese e a retenção pretendida, parafusada ou cimentada.

02

Estético e anterior

Fotos com escala de cor, cor do substrato quando houver escurecimento, e fotos de sorriso e de face quando o caso tiver planejamento. Faceta e laminado se decidem em milímetros e em tonalidade, e sem a cor de fundo o laboratório trabalha às cegas.

03

Placa e contenção

Tipo de placa, arcada, espessura pretendida, e se o caso pede alívio ou ajuste de dimensão vertical. O registro em posição terapêutica, quando for o caso, no lugar da máxima intercuspidação.

04

Planejamento e enceramento

Dentes a planejar, se há aumento de dimensão vertical, correções pretendidas, e o conjunto de fotos do caso: sorriso frontal, entreaberto, perfis, intraorais e oclusais. É o que permite planejar antes de qualquer desgaste.

05

Protocolo e barra

Além dos itens de implante, a posição e o paralelismo dos implantes, a altura disponível, e a montagem ou o registro que define a posição dos dentes. É um projeto, e o que chega no começo define o que é possível.

06

Caso que já voltou

A peça, o modelo, e a descrição do que aconteceu na prova: se desceu, se balançou, onde ficou a fenda, se o contato proximal estava apertado. Essa descrição orienta a conferência de bancada e vale mais que a peça sozinha.

Na leitura do laboratório

O caso anda quando, e trava quando.

O caso está completo quando

  • os três arquivos abrem sem erro, ou a moldagem chega íntegra, com o registro e o antagonista
  • a linha de término aparece visível e contínua em toda a volta do preparo
  • a malha do escaneamento está íntegra, sem buraco, sobreposição ou ruído na região cervical
  • o antagonista cobre toda a área de trabalho e o registro é coerente com as arcadas
  • material e cor estão definidos, com foto da escala quando houver estética envolvida
  • a redução disponível comporta o material prescrito

O caso trava quando

  • falta um dos três arquivos, ou um deles não abre
  • a margem está coberta por tecido, sangue ou fluido no momento da captura
  • o antagonista veio parcial, ou o registro não fecha com as arcadas
  • a cor foi informada sem foto, em caso estético
  • o material não foi definido, ou mudou depois que o desenho já estava pronto
  • o sistema do implante não foi informado, no caso sobre implante

Nenhum desses itens é motivo para o caso ser recusado. São os pontos em que o PHI Dental Lab avisa no começo, para que a decisão de ajustar ou seguir seja do dentista, e não uma surpresa na prova clínica.

Quando o prazo começa a contar

Esta é a parte da página que funciona como combinado, e por isso ela é explícita. Desde que todo o material seja fornecido, atendemos a demanda de acordo com a necessidade, de casos de emergência ao fluxo padrão de 7 dias. A condicional não é letra miúda: é o que torna o prazo honesto. O relógio começa quando o caso está completo, ou seja, quando os itens desta página chegaram e foram conferidos, e não no momento em que a mensagem foi enviada.

Por isso vale enviar tudo de uma vez. Um caso que entra completo começa no mesmo dia. Um caso que entra faltando o registro de mordida espera a resposta, e esse tempo de espera não é produção. A diferença entre os dois costuma ser maior que qualquer ganho de processo dentro do laboratório.

Como enviar

Pelo formulário Enviar Trabalho, pelo WhatsApp, ou pela plataforma, em que o pedido já pede cada item no seu campo e aceita arquivo de qualquer formato e tamanho. Quem trabalha com moldagem combina a coleta na clínica pelo WhatsApp. Quem escaneia e quer conferir antes de liberar o paciente pode combinar a validação na cadeira, que é a conferência desta lista feita na hora, com o paciente ainda sentado.

O que fazer quando falta alguma coisa

No fluxo digital, reescanear a região é rápido e não exige nova sessão se o paciente ainda estiver na clínica, e é por isso que conferir cedo vale tanto. No analógico, a moldagem costuma precisar ser repetida, o que significa remarcar. Nos dois casos, o pior caminho é produzir mesmo assim: a peça sai sobre um dado que já se sabia duvidoso, e o retrabalho aparece na prova. Sobre isso, veja quando a peça não adapta.

Perguntas Frequentes

O envio do caso, na prática.

O que o laboratório precisa receber para começar um caso?

Em qualquer fluxo, três capturas e uma prescrição: o preparo, o antagonista e o registro de mordida, mais elemento, tipo de peça, material e cor. No fluxo digital, as capturas chegam como arquivos STL ou PLY de escâneres como iTero e 3Shape. No analógico, como moldagem e registro. Casos sobre implante, estéticos, de placa e de planejamento pedem itens adicionais.

Quais são os três arquivos essenciais do fluxo digital?

O arquivo do preparo, o do arco antagonista e o do registro de mordida, em STL ou PLY. Os três precisam abrir sem erro e ser coerentes entre si. O do preparo precisa mostrar a linha de término visível e contínua; o do antagonista precisa cobrir toda a área de trabalho; o registro precisa fechar com as duas arcadas.

Preciso escanear o antagonista mesmo em coroa unitária?

Sim, sempre que o caso envolver oclusão, e a grande maioria envolve. Com o antagonista e o registro, o laboratório desenha a peça com os contatos corretos já no CAD, e o ajuste na cadeira diminui. Sem eles, a anatomia oclusal passa a ser estimada, e o tempo que se economiza no escaneamento volta como ajuste na entrega.

Como informar a cor para o laboratório?

Com a cor na escala mais a foto do dente ao lado da escala, em luz natural e sem flash direto, de preferência antes do preparo, quando o dente ainda não está desidratado. Em caso estético, vale também a cor do substrato quando houver escurecimento, e fotos de sorriso e de face quando o caso tiver planejamento. Cor descrita apenas por escrito costuma não fechar com o dente vizinho.

O que o laboratório precisa saber num caso sobre implante?

A marca e o sistema do implante, a plataforma de conexão, a origem dos componentes e o tipo de retenção pretendido. No fluxo digital, o escaneamento com scan body e o arquivo da arcada completa. No analógico, transferente, análogo e moldeira. Sem o sistema informado, o caso não começa, porque os componentes não são intercambiáveis.

A partir de quando o prazo começa a contar?

Quando o caso está completo e conferido, e não no momento em que a mensagem foi enviada. Desde que todo o material seja fornecido, atendemos a demanda de acordo com a necessidade, de casos de emergência ao fluxo padrão de 7 dias. Um caso que entra faltando um item fica esperando a resposta, e essa espera não é produção.

O que acontece se faltar alguma coisa no meu envio?

O PHI Dental Lab avisa no começo, e não depois de produzir. No fluxo digital, reescanear a região é rápido e pode nem exigir nova sessão se o paciente ainda estiver na clínica. No analógico, a moldagem costuma precisar ser repetida. A decisão de ajustar ou seguir é sempre do dentista; o papel do laboratório é sinalizar antes.

Como enviar o primeiro caso para o PHI Dental Lab?

Pelo formulário Enviar Trabalho, pelo WhatsApp (11) 99880-1028 ou pela plataforma do dentista, que pede cada item no seu campo e aceita arquivo de qualquer formato e tamanho. Quem trabalha com moldagem combina a coleta na clínica. O primeiro caso funciona como teste, sem compromisso, para você avaliar adaptação, cor e acabamento na prova clínica.

Tem o caso completo? Manda que a gente começa.

Envie pelo formulário, pelo WhatsApp ou pela plataforma. Se faltar alguma coisa, você fica sabendo no começo e não na prova clínica.