Por que a tabela é personalizada, e não pública
Uma tabela pública precisa prever todos os casos, e por isso acaba precificando o pior deles. A tabela personalizada parte do perfil real do consultório: quais trabalhos ele mais envia, em que material, em que fluxo, com que frequência. Um consultório que envia coroas posteriores em zircônia pelo fluxo digital tem uma conta diferente de um que envia reabilitações estéticas anteriores em moldagem, e é razoável que as duas tabelas sejam diferentes. Para pedir a sua, basta informar pelo WhatsApp os trabalhos que você mais envia.
Como comparar tabelas entre laboratórios
Compare a mesma peça, no mesmo material e na mesma versão, no mesmo fluxo. Depois, faça as perguntas que a linha da tabela não responde: o que está incluído, como é tratado o ajuste depois da prova, o que acontece quando a peça precisa voltar, se o valor combinado pode mudar no meio do caso, e como o dentista fica sabendo em que etapa o caso está. A tabela mais baixa com retrabalho frequente costuma sair mais cara do que a tabela mais alta com a peça certa na primeira prova, e esse custo não aparece em nenhuma linha.
O fluxo digital muda a conta?
Muda a quantidade de trabalho, porque elimina o vazamento e o escaneamento do modelo, e muda o risco, porque o arquivo pode ser conferido antes de o paciente ir embora. Se e quanto isso se reflete no preço depende de cada laboratório e aparece na tabela personalizada. O que o fluxo digital garante, independentemente do preço, é a possibilidade de pegar o erro de captura antes de ele virar peça. Veja como enviar o escaneamento.
O que o primeiro caso resolve
Nenhuma tabela responde se a peça vai adaptar. O primeiro caso, no PHI Dental Lab, funciona como teste, sem compromisso: o dentista avalia adaptação, cor e acabamento na prova clínica antes de decidir se continua. É a forma mais direta de comparar laboratórios, porque compara a peça, e não o papel.
