Próteses personalizadas produzidas no PHI Dental Lab
Guia do Dentista

Quanto custa uma prótese no laboratório, e o que faz o preço variar?

Por que dois laboratórios cobram valores diferentes pela mesma coroa, o que está por trás de cada linha da tabela, e como comparar tabelas sem cair no mais barato que sai mais caro.

O preço de uma prótese no laboratório não é um número, é uma função: do material, do tipo de peça, do que ela precisa mascarar, do fluxo em que chega e do que acontece quando ela volta. Quem compara só a linha da tabela compara a parte menor da conta.

Este guia não traz valores. O PHI Dental Lab trabalha com tabela personalizada por perfil de trabalhos, enviada pelo WhatsApp, e o motivo está explicado aqui. O que o guia faz é abrir a conta: o que faz uma peça custar mais ou menos, o que deveria estar incluído e o que perguntar a qualquer laboratório antes de fechar. A decisão de com quem trabalhar é do dentista; o papel deste texto é deixá-la mais informada.

Em resumo

O preço de uma prótese no laboratório varia com o material (zircônia, dissilicato de lítio, cerômero, metal), o tipo de peça e o número de elementos, o grau de caracterização (monolítica ou estratificada), o fluxo em que o caso chega (digital ou moldagem) e os componentes no caso sobre implante. Por isso o PHI Dental Lab não publica tabela: monta uma tabela personalizada para o perfil de trabalhos de cada consultório, pedida pelo WhatsApp, e o que for combinado fica registrado no caso.

  • Cinco fatores movem o preço: material, peça e elementos, caracterização, fluxo e implante
  • Tabela personalizada por perfil de trabalhos, e não tabela pública
  • O que for combinado no caso fica registrado, e não muda depois
  • Primeiro caso-teste sem compromisso para avaliar a peça antes de decidir
A conta aberta

O que faz o preço variar.

01

O material

Zircônia, dissilicato de lítio, cerômero, metalocerâmica e resina para provisório têm custo de matéria-prima e de processo diferentes. Dentro de um mesmo material, a versão também muda: zircônia de alta translucidez e zircônia convencional não custam o mesmo.

02

O tipo de peça e o número de elementos

Coroa unitária, ponte, inlay, faceta, protocolo, overdenture: cada tipo tem uma quantidade de trabalho diferente. E a ponte de três elementos não custa três coroas, porque o desenho e a prova são de uma estrutura só.

03

A caracterização

A peça monolítica, fresada e pigmentada, tem um custo. A estratificada, em que o ceramista constrói a cerâmica em camadas para reproduzir translucidez e textura, tem outro. Substrato escurecido e dente anterior tendem a pedir mais caracterização.

04

O fluxo

No fluxo digital, o arquivo STL entra direto no desenho. Na moldagem convencional, o laboratório vaza o modelo e o escaneia antes de desenhar. São etapas a mais, e a tabela costuma refletir isso. A diferença, quando existe, aparece na tabela personalizada.

05

O caso sobre implante

Componentes protéticos, pilares personalizados, barras fresadas e o sistema de implante informado entram na conta da peça. Um protocolo ou uma overdenture é um projeto, e o preço acompanha o projeto, não só o material.

06

O que acontece quando a peça volta

Ajuste após a prova, remontagem, troca de cor: a forma como o laboratório trata o retorno da peça muda a conta final mais do que a linha da tabela. É a pergunta que mais vale fazer antes de fechar.

Na leitura do laboratório

O que pesa no preço, e o que não deveria pesar.

Tende a pesar, e é justo que pese

  • o material e a versão do material prescritos pelo dentista
  • o número de elementos e o tipo de estrutura
  • a caracterização pedida pelo caso, sobretudo em anterior e em substrato escurecido
  • o trabalho de modelo quando o caso vem em moldagem convencional
  • os componentes e o projeto no caso sobre implante

Não deveria pesar, e vale perguntar

  • a conversa técnica antes de produzir: leitura do preparo, dúvida de material, sinalização do que pede atenção
  • a mudança de valor depois de o caso ter sido combinado
  • a informação sobre em que etapa o caso está
  • o retrabalho causado por erro do próprio laboratório
  • o primeiro caso, que no PHI Dental Lab funciona como teste, sem compromisso

No PHI Dental Lab, o que for combinado no caso fica registrado no próprio pedido antes de qualquer coisa ser produzida, e a conversa técnica acontece com a equipe que executa a peça. Veja como trabalhamos.

Por que a tabela é personalizada, e não pública

Uma tabela pública precisa prever todos os casos, e por isso acaba precificando o pior deles. A tabela personalizada parte do perfil real do consultório: quais trabalhos ele mais envia, em que material, em que fluxo, com que frequência. Um consultório que envia coroas posteriores em zircônia pelo fluxo digital tem uma conta diferente de um que envia reabilitações estéticas anteriores em moldagem, e é razoável que as duas tabelas sejam diferentes. Para pedir a sua, basta informar pelo WhatsApp os trabalhos que você mais envia.

Como comparar tabelas entre laboratórios

Compare a mesma peça, no mesmo material e na mesma versão, no mesmo fluxo. Depois, faça as perguntas que a linha da tabela não responde: o que está incluído, como é tratado o ajuste depois da prova, o que acontece quando a peça precisa voltar, se o valor combinado pode mudar no meio do caso, e como o dentista fica sabendo em que etapa o caso está. A tabela mais baixa com retrabalho frequente costuma sair mais cara do que a tabela mais alta com a peça certa na primeira prova, e esse custo não aparece em nenhuma linha.

O fluxo digital muda a conta?

Muda a quantidade de trabalho, porque elimina o vazamento e o escaneamento do modelo, e muda o risco, porque o arquivo pode ser conferido antes de o paciente ir embora. Se e quanto isso se reflete no preço depende de cada laboratório e aparece na tabela personalizada. O que o fluxo digital garante, independentemente do preço, é a possibilidade de pegar o erro de captura antes de ele virar peça. Veja como enviar o escaneamento.

O que o primeiro caso resolve

Nenhuma tabela responde se a peça vai adaptar. O primeiro caso, no PHI Dental Lab, funciona como teste, sem compromisso: o dentista avalia adaptação, cor e acabamento na prova clínica antes de decidir se continua. É a forma mais direta de comparar laboratórios, porque compara a peça, e não o papel.

Perguntas Frequentes

Preço de laboratório, na prática.

Quanto custa uma prótese no laboratório?

Depende do material, do tipo de peça e do número de elementos, do grau de caracterização, do fluxo em que o caso chega e, no caso sobre implante, dos componentes. Por isso o PHI Dental Lab não publica tabela: monta uma tabela de preços personalizada para o perfil de trabalhos do seu consultório. Solicite pelo WhatsApp (11) 99880-1028 informando os trabalhos que você mais envia, e receba a tabela adequada.

Por que o laboratório não publica a tabela de preços?

Porque a mesma peça tem custo diferente conforme o material, a versão, a caracterização e o fluxo, e uma tabela pública precisaria precificar o pior caso para todos. A tabela personalizada parte do perfil real de cada consultório e reflete o que ele de fato envia. Para o dentista, o resultado costuma ser mais justo do que uma lista única.

Como pedir a tabela personalizada do PHI Dental Lab?

Pelo WhatsApp (11) 99880-1028, informando os trabalhos que você mais envia: tipos de peça, materiais mais prescritos e se trabalha com escâner intraoral ou moldagem convencional. O laboratório monta a tabela para esse perfil e a envia pelo mesmo canal.

O valor pode mudar depois de o caso ser combinado?

No PHI Dental Lab, o que for combinado no caso, incluindo enceramento, material, elementos e alterações feitas no caminho, fica registrado no próprio pedido antes de qualquer coisa ser produzida. Se o caso mudar, a mudança é combinada e registrada, e não aparece só na nota.

O fluxo digital é mais barato que a moldagem?

O fluxo digital elimina o vazamento e o escaneamento do modelo, que são etapas de trabalho no laboratório, e permite conferir o arquivo antes de o paciente ir embora. Se e quanto isso se reflete no preço depende de cada laboratório e aparece na tabela personalizada. O ganho mais seguro do digital é pegar o erro de captura antes de ele virar peça.

O que devo perguntar antes de fechar com um laboratório?

O que está incluído no valor de cada peça; como é tratado o ajuste depois da prova; o que acontece quando a peça precisa voltar; se o valor combinado pode mudar no meio do caso; como o dentista fica sabendo em que etapa o caso está; e com quem ele fala quando tem dúvida técnica. A resposta a essas perguntas costuma pesar mais na conta final do que a linha da tabela.

Como enviar o primeiro caso para o PHI Dental Lab?

Fale com o laboratório pelo WhatsApp ou preencha o formulário Enviar Trabalho com os dados do caso: elemento, arquivo STL ou moldagem, material, cor e observações. O primeiro caso funciona como teste, sem compromisso, para você avaliar adaptação, cor e acabamento na prova clínica antes de decidir.

Peça a sua tabela personalizada.

Diga pelo WhatsApp quais trabalhos você mais envia, em que material e em que fluxo, e receba a tabela montada para o seu consultório.