Por que STL e PLY, e qual a diferença
STL descreve apenas a geometria da superfície, em malha de triângulos. PLY descreve a mesma geometria e pode carregar informação de cor da captura. Para a produção da peça, o STL basta na maior parte dos casos; o PLY ajuda quando a informação de cor do escaneamento é útil ao caso. Os dois são formatos abertos, e é isso que importa: não dependem de conta, de assinatura ou da nuvem de um fabricante específico para o laboratório trabalhar.
O arquivo pesado não é problema
Escaneamento de arcada completa e fotos em alta resolução geram arquivos grandes, e muita gente acaba comprimindo ou reduzindo a qualidade para caber num anexo de e-mail. Não faça isso: reduzir a malha joga fora exatamente o detalhe da margem que o laboratório precisa. A plataforma do dentista aceita arquivo de qualquer formato e tamanho, e cada arquivo sobe sozinho assim que é selecionado.
O caso sobre implante tem uma exigência a mais
Além dos três arquivos, o escaneamento precisa capturar o scan body corretamente posicionado, e a requisição precisa trazer a marca, o sistema e a plataforma de conexão do implante. Componentes de sistemas diferentes não se substituem, e sem essa informação o caso não começa, por mais perfeito que o escaneamento esteja. Vale também escanear a arcada completa, e não apenas a região.
Conferir antes de o paciente sair
A grande vantagem do fluxo digital não é precisão, é tempo de correção: um arquivo pode ser conferido enquanto o paciente ainda está na cadeira, e uma região pode ser rescaneada sem remarcar sessão. Quem quer usar isso de forma sistemática pode combinar a validação na cadeira com o laboratório, em horário marcado. A lista completa do que o caso precisa carregar está no guia de o que o laboratório precisa receber.
