Arquivo de escaneamento intraoral aberto para conferência no PHI Dental Lab
Guia do Dentista

Como enviar arquivo STL para o laboratório, sem o caso voltar.

Quais arquivos exportar, como nomear, o que conferir antes de enviar e por onde mandar, para o caso começar no mesmo dia em que chega.

Escanear virou o fácil. O que ainda trava caso é o que acontece depois: exportar o formato errado, mandar dois dos três arquivos, nomear tudo como export final e descobrir uma semana depois que o antagonista não veio. Nada disso é falha de escaneamento, é falha de envio.

Este guia cobre a parte que fica entre o escâner e a bancada. Vale para escâneres como iTero e 3Shape, e para qualquer outro que exporte em STL ou PLY, porque o que o laboratório precisa não muda com a marca: são os mesmos três arquivos, no mesmo formato aberto, com a mesma informação clínica junto.

O PHI Dental Lab confere cada arquivo antes de desenhar e avisa quando algo pede atenção, em vez de produzir sobre um dado duvidoso. Quem quiser essa conferência ainda com o paciente na cadeira pode combinar a validação na cadeira, que é a mesma checagem feita em horário marcado.

Em resumo

Para enviar um caso digital ao laboratório, exporte três arquivos em STL ou PLY: o preparo, o arco antagonista e o registro de mordida. Nomeie cada um pelo que ele é, confira antes de enviar se a margem está visível e a malha íntegra, e mande junto a prescrição com elemento, material e cor. O envio pode ser feito pela plataforma do dentista, pelo formulário ou pelo WhatsApp.

  • Três arquivos sempre: preparo, antagonista e registro de mordida
  • Formato aberto STL ou PLY, exportado do escâner (iTero, 3Shape e outros)
  • Nomear cada arquivo pelo que ele é, e não como export final
  • Conferir margem visível e malha íntegra antes de enviar
  • Em caso sobre implante, escaneamento com scan body e sistema informado
O envio

Cinco passos, na ordem.

  1. 01

    Exporte em formato aberto

    STL ou PLY. São os formatos que qualquer software de CAD abre, e é o que evita depender de conta na plataforma do fabricante. A exportação costuma estar no menu de envio ou de compartilhamento do escâner, como exportar para laboratório.

  2. 02

    Exporte os três arquivos, sempre

    O preparo, o arco antagonista e o registro de mordida. O registro é o que posiciona uma arcada em relação à outra; sem ele, a oclusal da peça passa a ser estimada. Mesmo em unitário, os três são necessários quando o caso envolve oclusão, e quase todo caso envolve.

  3. 03

    Nomeie pelo que cada arquivo é

    Preparo, antagonista e registro, com o nome ou o código do paciente. Arquivos chamados export 1, export 2 e final obrigam a equipe a abrir cada um para descobrir o que é, e é aí que trocas acontecem. Leva dez segundos e evita um dia de ida e volta.

  4. 04

    Confira antes de enviar

    Abra o preparo e olhe a linha de término: ela precisa estar visível e contínua em toda a volta, sem tecido, sangue ou ruído cobrindo a região cervical. Confira se o antagonista cobre toda a área de trabalho e se o registro fecha com as duas arcadas.

  5. 05

    Mande junto a prescrição

    Elemento, tipo de peça, material, cor com foto da escala em caso estético, e as observações do caso. Na plataforma do dentista, cada um desses itens tem campo próprio, e o pedido só entra quando os arquivos terminam de subir.

Na leitura do laboratório

O que faz o caso começar, e o que faz esperar.

O caso começa quando

  • os três arquivos abrem sem erro e são coerentes entre si
  • a linha de término aparece visível e contínua em toda a volta do preparo
  • a malha está íntegra, sem buraco, sobreposição ou ruído na cervical
  • o antagonista cobre toda a área de trabalho
  • material e cor estão definidos, com foto da escala quando houver estética
  • no caso sobre implante, o scan body foi capturado e o sistema foi informado

O caso espera quando

  • falta um dos três arquivos, ou um deles não abre
  • a margem está coberta por tecido, sangue ou fluido na captura
  • o registro de mordida não fecha com as arcadas
  • os arquivos vieram sem identificação e é preciso confirmar qual é qual
  • o material não foi definido, ou a cor veio sem foto em caso estético
  • o sistema do implante não foi informado no caso sobre implante

Nenhum desses itens faz o caso ser recusado. São os pontos em que o PHI Dental Lab avisa no começo, e o prazo passa a contar quando o caso está completo.

Por que STL e PLY, e qual a diferença

STL descreve apenas a geometria da superfície, em malha de triângulos. PLY descreve a mesma geometria e pode carregar informação de cor da captura. Para a produção da peça, o STL basta na maior parte dos casos; o PLY ajuda quando a informação de cor do escaneamento é útil ao caso. Os dois são formatos abertos, e é isso que importa: não dependem de conta, de assinatura ou da nuvem de um fabricante específico para o laboratório trabalhar.

O arquivo pesado não é problema

Escaneamento de arcada completa e fotos em alta resolução geram arquivos grandes, e muita gente acaba comprimindo ou reduzindo a qualidade para caber num anexo de e-mail. Não faça isso: reduzir a malha joga fora exatamente o detalhe da margem que o laboratório precisa. A plataforma do dentista aceita arquivo de qualquer formato e tamanho, e cada arquivo sobe sozinho assim que é selecionado.

O caso sobre implante tem uma exigência a mais

Além dos três arquivos, o escaneamento precisa capturar o scan body corretamente posicionado, e a requisição precisa trazer a marca, o sistema e a plataforma de conexão do implante. Componentes de sistemas diferentes não se substituem, e sem essa informação o caso não começa, por mais perfeito que o escaneamento esteja. Vale também escanear a arcada completa, e não apenas a região.

Conferir antes de o paciente sair

A grande vantagem do fluxo digital não é precisão, é tempo de correção: um arquivo pode ser conferido enquanto o paciente ainda está na cadeira, e uma região pode ser rescaneada sem remarcar sessão. Quem quer usar isso de forma sistemática pode combinar a validação na cadeira com o laboratório, em horário marcado. A lista completa do que o caso precisa carregar está no guia de o que o laboratório precisa receber.

Perguntas Frequentes

Envio digital, na prática.

Quais arquivos preciso enviar ao laboratório?

Três, em STL ou PLY: o preparo, o arco antagonista e o registro de mordida. Junto com eles, a prescrição com elemento, tipo de peça, material e cor. Em caso sobre implante, some o escaneamento com scan body e a informação de marca, sistema e plataforma de conexão.

Qual a diferença entre STL e PLY?

STL descreve apenas a geometria da superfície; PLY descreve a geometria e pode carregar informação de cor da captura. Os dois são formatos abertos e o PHI Dental Lab trabalha com ambos. Para a produção da peça, o STL basta na maior parte dos casos.

Como exportar o STL do iTero ou do 3Shape?

Nos dois, a exportação fica no fluxo de envio do caso, em geral como exportar ou compartilhar com laboratório, e permite salvar os arquivos em formato aberto. Se a sua configuração não mostra essa opção, fale com o suporte do escâner ou com o PHI Dental Lab pelo WhatsApp, que a equipe orienta o caminho no seu sistema.

Posso enviar só o preparo?

Não é recomendado sempre que o caso envolver oclusão, e quase todo caso envolve. Sem o antagonista e o registro de mordida, a anatomia oclusal da peça passa a ser estimada, e o tempo economizado no escaneamento costuma voltar como ajuste demorado na entrega.

Como devo nomear os arquivos?

Pelo que cada um é: preparo, antagonista e registro, acompanhados do nome ou do código do paciente. Arquivos chamados export 1 e final obrigam a equipe a abrir cada um para identificar, e é nesse momento que trocas acontecem. Na plataforma do dentista, cada arquivo já entra no seu campo.

O arquivo é muito grande para enviar. O que faço?

Não comprima nem reduza a malha, porque isso descarta o detalhe da margem. Use a plataforma do dentista do PHI Dental Lab, que aceita arquivo de qualquer formato e tamanho e sobe cada um sozinho assim que é selecionado. Se preferir, combine outro canal pelo WhatsApp.

Como enviar o primeiro caso digital ao PHI Dental Lab?

Pela plataforma do dentista, pelo formulário Enviar Trabalho ou pelo WhatsApp (11) 99880-1028, com os três arquivos e a prescrição. O laboratório confere antes de desenhar e avisa se algo pedir atenção. O primeiro caso funciona como teste, sem compromisso.

Primeiro caso digital com o laboratório?

Envie os três arquivos e a prescrição, e receba a conferência antes de qualquer coisa ser produzida.