Recebimento de casos no PHI Dental Lab
Guia do Dentista

Como trocar de laboratório sem parar a agenda.

O que avaliar antes de mudar, como testar sem colocar um caso em risco, e como conduzir a transição com casos em andamento no laboratório anterior.

Quase todo dentista que pensa em trocar de laboratório adia por um motivo específico: a troca parece exigir uma decisão de tudo ou nada, com casos em andamento e agenda cheia. Ela não exige. A migração funciona melhor quando é gradual, e quando começa por um caso que não está na urgência.

Este guia descreve como fazer isso na prática. Ele é escrito por um laboratório, e isso precisa estar dito com todas as letras: há interesse evidente aqui. Por isso o texto não vai dizer que trocar é sempre certo, nem que um laboratório que está errando não pode ser recuperado numa conversa. Muitas vezes pode, e é mais barato.

O que o PHI Dental Lab oferece a quem está avaliando é a forma mais direta de comparar: o primeiro caso funciona como teste, sem compromisso, para você avaliar adaptação, cor e acabamento na prova clínica antes de mover qualquer outra coisa. Comparar peça com peça diz mais que comparar tabela com tabela.

Em resumo

A troca de laboratório de prótese funciona melhor de forma gradual: escolha um caso de baixa urgência para testar, mantenha os casos em andamento no laboratório atual até a entrega, e só amplie o volume depois de avaliar a primeira peça na prova clínica. Antes de trocar, vale checar se o problema atual é de execução ou de comunicação, porque o segundo às vezes se resolve numa conversa.

  • Comece por um caso de baixa urgência, e não pelo caso mais difícil
  • Mantenha no laboratório atual os casos que já estão em produção
  • Avalie a primeira peça na prova clínica antes de ampliar o volume
  • Peça a tabela personalizada ao novo laboratório pelo perfil real que você envia
  • No PHI Dental Lab, o primeiro caso funciona como teste, sem compromisso
Antes de decidir

Problema de execução, ou de comunicação?

Costuma indicar problema de execução

  • peças que voltam repetidamente por desadaptação, mesmo com captura conferida
  • anatomia e caracterização abaixo do que o caso pedia, de forma consistente
  • peças que chegam com fratura ou com acabamento que precisa ser refeito na cadeira
  • prazos que não se cumprem mesmo quando o caso chega completo
  • cobrança de retrabalho causado por erro do próprio laboratório

Costuma indicar problema de comunicação

  • a mesma informação sendo pedida várias vezes ao longo do caso
  • não saber em que etapa o caso está sem ligar para perguntar
  • a peça sair diferente do combinado, sem que ninguém tenha avisado da mudança
  • falar com pessoas diferentes e nenhuma conseguir resolver
  • o valor mudar depois do que havia sido acordado no início

A distinção importa porque a segunda coluna às vezes se resolve numa conversa direta com quem executa, e trocar de laboratório sem essa conversa pode reproduzir o mesmo padrão em outro endereço.

A transição

Cinco passos, sem parar a agenda.

  1. 01

    Escolha o caso de teste

    Um caso real, mas de baixa urgência: uma coroa posterior unitária, um provisório, uma peça sem prazo apertado. O erro comum é testar com o caso mais difícil da agenda, o que mistura a avaliação do laboratório com a dificuldade do caso.

  2. 02

    Envie completo, e observe o retorno

    Mande o caso com tudo o que ele precisa e repare em quanto tempo vem a primeira resposta, e se ela comenta o material recebido. Um laboratório que confere antes de produzir fala com você no começo; um que não confere só aparece na entrega.

  3. 03

    Avalie a peça na prova clínica

    Adaptação marginal, contatos proximais, oclusão, anatomia e cor. É a única comparação que importa de verdade, e é por isso que ela precisa acontecer antes de qualquer mudança de volume.

  4. 04

    Mantenha os casos em andamento onde estão

    Casos já em produção no laboratório anterior seguem até a entrega. Interromper no meio costuma gerar retrabalho e custo, e não acelera nada. A migração acontece nos casos novos.

  5. 05

    Amplie por tipo de trabalho

    Depois do teste, mova um tipo de trabalho por vez: primeiro o que você mais envia, depois os casos estéticos, por último as reabilitações. Assim a agenda nunca depende de uma relação que ainda não foi testada naquele tipo de caso.

O que pedir ao laboratório novo antes de começar

A tabela personalizada para o perfil real do que você envia, e não uma tabela genérica. Como funciona a conversa técnica: com quem você fala quando tem dúvida no meio do caso, e se essa pessoa é quem executa. Como o laboratório trata o retorno de peça e o ajuste após a prova. E como você fica sabendo em que etapa o caso está sem precisar ligar. As respostas a essas quatro perguntas descrevem a relação melhor que qualquer apresentação comercial.

O que não fazer na transição

Não mova tudo de uma vez, porque isso coloca a agenda inteira numa relação que ainda não foi testada. Não comece pelo caso mais difícil, porque o resultado fica ilegível. Não interrompa casos em produção, porque o custo disso costuma ser maior que a economia. E não decida só pela tabela: a tabela mais baixa com retrabalho frequente sai mais cara que a tabela mais alta com a peça certa na primeira prova, e esse custo não aparece em nenhuma linha. O guia de quanto custa uma prótese no laboratório abre essa conta.

Se você trabalha com escâner, a transição é mais simples

No fluxo digital não há moldagem física para transportar nem modelo para reproduzir: o caso novo começa com um arquivo, e o laboratório anterior segue com os casos que já tem. A primeira decisão prática é conferir se o novo laboratório trabalha com formatos abertos, STL e PLY, o que evita dependência da plataforma de um fabricante. Como enviar está no guia de como enviar arquivo STL.

O que o PHI Dental Lab oferece a quem está avaliando

O primeiro caso funciona como teste, sem compromisso: você envia um caso real e avalia adaptação, cor e acabamento na prova clínica antes de mover qualquer outra coisa. O laboratório fica na Bela Vista, em São Paulo, atende exclusivamente dentistas e clínicas, e a conversa técnica acontece com a equipe que executa o trabalho. O caminho de um caso, do recebimento à entrega, está descrito em como trabalhamos.

Perguntas Frequentes

A troca, na prática.

Como trocar de laboratório sem parar a agenda?

De forma gradual. Escolha um caso real de baixa urgência para testar, mantenha no laboratório atual os casos que já estão em produção, avalie a primeira peça na prova clínica e só depois amplie o volume, movendo um tipo de trabalho por vez. A agenda nunca fica dependendo de uma relação que ainda não foi testada.

Devo trocar de laboratório ou conversar antes?

Vale distinguir problema de execução de problema de comunicação. Peças que voltam por desadaptação e acabamento consistentemente abaixo do esperado apontam para execução. Informação pedida várias vezes, silêncio no meio do caso e valor que muda depois do combinado apontam para comunicação, e isso às vezes se resolve numa conversa direta com quem executa.

Por qual caso começar o teste?

Por um caso real, mas sem urgência: uma coroa posterior unitária, um provisório, uma peça sem prazo apertado. Testar com o caso mais difícil da agenda mistura a avaliação do laboratório com a dificuldade do caso, e o resultado fica difícil de interpretar.

O que fazer com os casos que já estão no laboratório antigo?

Deixe que sigam até a entrega. Interromper um caso em produção costuma gerar retrabalho e custo, e não acelera a migração. A troca acontece nos casos novos, o que também dá tempo de avaliar o laboratório novo sem pressão.

O que perguntar ao laboratório novo antes de começar?

Como é montada a tabela para o seu perfil de trabalhos; com quem você fala quando tem dúvida técnica no meio do caso e se essa pessoa é quem executa; como o laboratório trata o retorno de peça e o ajuste após a prova; e como você acompanha a etapa do caso sem precisar ligar.

Trabalho com escâner intraoral. Muda alguma coisa?

Simplifica. Não há moldagem física para transportar, e o caso novo começa com um arquivo. Vale conferir se o laboratório trabalha com formatos abertos, STL e PLY, o que evita dependência da plataforma de um fabricante específico.

Como enviar o primeiro caso ao PHI Dental Lab?

Pelo formulário Enviar Trabalho, pelo WhatsApp (11) 99880-1028 ou pela plataforma do dentista. Envie um caso real com tudo o que ele precisa, e avalie adaptação, cor e acabamento na prova clínica. O primeiro caso funciona como teste, sem compromisso.

Quer testar com um caso real?

Envie um caso de baixa urgência e avalie adaptação, cor e acabamento na prova clínica, antes de mover qualquer outra coisa.