O que pedir ao laboratório novo antes de começar
A tabela personalizada para o perfil real do que você envia, e não uma tabela genérica. Como funciona a conversa técnica: com quem você fala quando tem dúvida no meio do caso, e se essa pessoa é quem executa. Como o laboratório trata o retorno de peça e o ajuste após a prova. E como você fica sabendo em que etapa o caso está sem precisar ligar. As respostas a essas quatro perguntas descrevem a relação melhor que qualquer apresentação comercial.
O que não fazer na transição
Não mova tudo de uma vez, porque isso coloca a agenda inteira numa relação que ainda não foi testada. Não comece pelo caso mais difícil, porque o resultado fica ilegível. Não interrompa casos em produção, porque o custo disso costuma ser maior que a economia. E não decida só pela tabela: a tabela mais baixa com retrabalho frequente sai mais cara que a tabela mais alta com a peça certa na primeira prova, e esse custo não aparece em nenhuma linha. O guia de quanto custa uma prótese no laboratório abre essa conta.
Se você trabalha com escâner, a transição é mais simples
No fluxo digital não há moldagem física para transportar nem modelo para reproduzir: o caso novo começa com um arquivo, e o laboratório anterior segue com os casos que já tem. A primeira decisão prática é conferir se o novo laboratório trabalha com formatos abertos, STL e PLY, o que evita dependência da plataforma de um fabricante. Como enviar está no guia de como enviar arquivo STL.
O que o PHI Dental Lab oferece a quem está avaliando
O primeiro caso funciona como teste, sem compromisso: você envia um caso real e avalia adaptação, cor e acabamento na prova clínica antes de mover qualquer outra coisa. O laboratório fica na Bela Vista, em São Paulo, atende exclusivamente dentistas e clínicas, e a conversa técnica acontece com a equipe que executa o trabalho. O caminho de um caso, do recebimento à entrega, está descrito em como trabalhamos.
